terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Lenda da Arara Vermelha

Lenda da Arara Vermelha


 Amor Para Toda Vida 



As araras estão entre os pássaros mais belos da fauna brasileira.


A palavra arara denomina várias aves da família dos psitacídeos, pertencentes aos gêneros Anodorhynchus, Cyanopsitta e AraA arara-vermelha-grande é uma ave psittaciforme da família Psittacidae, suas asas são azuis com uma faixa verde e a plumagem vermelha se destaca na região da cabeça, pescoço e cauda, seu bico é encurvado, com a mandíbula superior recurvada sobre a inferior é uma adaptação à alimentação que é à base de sementes e frutos. Esta bela espécie possui como característica fazer muito barulho, com seus gritos estridentes que podem ser ouvidos a grandes distâncias. O ninho dessa arara é feito em ocos de árvores, mas ela também se aproveita de buracos em paredes rochosas para colocar os ovos, os quais são chocados apenas pela fêmea, que fica no ninho. Quem cuida de garantir a alimentação tanto da fêmea como dos filhotes é o macho, que, nessa espécie, é fiel, mantendo a mesma companheira durante a vida inteira. Sua localização geográfica é a Amazônia brasileira,  em rios costeiros margeados por florestas no leste do País, chegando originalmente até o Espírito Santo, Rio de Janeiro e interior do Paraná. Encontrada também no Panamá e Colômbia; e desde o norte da Colômbia, planícies venezuelanas, até a Bolivia e norte da Argentina.

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Hortaliças e legumes sobem menos e inflação pelo IPC-S desacelera

Hortaliças e legumes sobem menos e inflação pelo IPC-S desacelera

Alta nos preço de alimentos recuou de 12,23% para 3,75%.
Da 2ª para a 3ª semana do mês, indicador passou de 1,42% para 1,10%.


Aa alta de preços de hortaliças e legumes perdeu força na terceira prévia de fevereiro e puxou para baixo a variação da inflação medida pelo Índice de Preçoa so Consumidor - Semanal (IPC-S). Da segunda para a terceira semana, o indicador passou de 1,42% para 1,10%.

Feira tem preço único para frutas e verduras - R$ 1,79 o quilo  (Foto: Cesar Brustolin/SMCS )

Nesta semana, das oito classes de despesa usadas no cálculo do índice, seis registraram desaceleração decréscimo, com a maior contribuição partindo do grupo alimentação (de 1,94% para 1,40%).
Também mostraram taxas menores: educação, leitura e recreação (de 2,57% para 1,50%),
habitação (de 0,97% para 0,78%), transportes (de 1,91% para 1,60%), comunicação (de 0,57% para 0,52%) e despesas diversas (de 1,51% para 1,27%).
Na contramão, ficaram maiores as variações de saúde e cuidados pessoais (de 0,66% para 0,75%) e vestuário (de 0,08% para 0,19%).
Veja a variação de preços de algun itens:
Hortaliças e legumes (de 12,23% para 3,75%).
Cursos formais (de 4,29% para 2,12%)
Tarifa de eletricidade residencial (de 0,27% para -0,90%)
Tarifa de ônibus urbano (de 4,84% para 3,13%)
Mensalidade para TV por assinatura (de 1,54% para 0,96%)
Clínica veterinária (de 1,72% para 1,01%)
Artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,44% para 1,13%)
Calçados (de 0,28% para 0,48%

http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/02/hortalicas-e-legumes-sobem-menos-e-inflacao-pelo-ipc-s-desacelera23.html

Grupo australiano cria implante milimétrico que lê pensamentos

Grupo  australiano 

cria  implante  milimétrico  que  lê  pensamentos

fonte  http://g1.globo.com/

Dispositivo pode vir a mover perna e braço biônicos em vítimas de paralisia.
Tecnologia relativamente pouco invasiva funcionou em teste com animais.

Micro-rede de eletrodos milimétrica é exibida em Melbourne, Austrália. O objetivo é que o mecanismo capte e converta sinais neurais em comandos elétricos que permitam que pacientes paralíticos controlem membros biônicos ou uma cadeira de rodas (Foto: Reuters/Universidade de Melbourne)

Computadores, cadeiras de roda e próteses controladas pelo pensamento podem estar disponíveis dentro de uma década, afirmam cientistas australianos que criaram uma nova tecnologia. Os cientistas planejam conduzir testes em humanos no ano que vem com um implante que pode captar e transmitir sinais cerebrais.
A dispositivo, do tamanho de um palito de fósforo, já foi testado em animais, implantado em vasos sanguíneos próximos ao cérebro. O produto foi batizado de stentrode, porque é essencialmente um stent (uma malha microscópica em forma de tubo) com eletrodos (terminações metálicas que captam eletricidade).
A ideia é usar os sinais elétricos que o dispositivo capta para convertê-los em informações que possam ser usadas para controlar algo como um braço biônico, afirmam os cientistas.
"A grande inovação é que agora nós temos um dispositivo de interface cérebro-computador minimamente invasivo que possivelmente é prático para uso no longo prazo", afirma Terry O'Brien, chefe do Departamento de Medicina e Neurologia da Universidade de Melbourne (Austrália), que desenvolveu o stentrode.
O método atual para acessar sinais cerebrais precisos requer cirurgias complexas com abertura do crânio e se torna menos eficiente após alguns meses.
stentrode é menos invasivo porque pode ser inserido por uma veia no pescoço do paciente e posicionado em um vaso sanguíneo perto do cérebro.
O teste em animais foi feito para averiguar a capacidade do stentrode de captar sinais neurais, não para convertê-los em sinais eletrônicos para movimentar membros biônicos, que já são tecnologia estabelecida.
Ganesh Naik, professor da Universidade de Tecnologia de Sydney, não envolvido no projeto, afirma que nem sempre testes em animais se traduzem em sucesso nos experimentos com humanos.
"Se isso funcionar como deve em testes com humanos, será um avanço extraordinário", disse.
Outros potenciais usos para o stentrode incluem o monitoramento de sinais cerebrais de pessoas com epilepsia para antecipar a ocorrência de uma convulsão. Caso tenha sucesso, o dispositivo também pode permitir a um paciente se comunicar por computador, afirma Clive May, professor do Instituto Florey de Neurociências e Saúde Mental, que trabalha no projeto.
"As pessoas teriam de ser treinadas a pensar os pensamentos certos para fazer isso funcionar, assim como se aprende a tocar música", afirmou. "É algo que é preciso aprender, mas uma vez feito, se torna natural."
Além Universidade de Melbourne e do Instituto Florey, o Hospital Real de Melbourne também participa do projeto que desenvolve o stentrode. Os recursos usados no projeto foram fornecidos pelo Governo da Austrália e pelas Forças Armadas dos Estados Unidos, que ajuda tecnologias que possa vir a ajudar veteranos de guerra paraplégicos.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016


Eficiência no uso de água e energia é possível na agropecuária? A Embrapa diz Sim!



A produção de alimentos é uma demanda crescente no mundo. Mas como produzir e lucrar cada vez mais sem agredir o meio ambiente, utilizando a água e os recursos naturais de forma racional e sustentável?  
Estas e outras questões estão sendo solucionadas por pesquisadores da Embrapa Pantanal, que junto a produtores e parceiros desenvolvem projetos ligados à sustentabilidade da suinocultura no município de São Gabriel do Oeste, a 130 km de Campo Grande/MS.
A criação de uma unidade experimental de estudo, de 2009 a 2014, com apoio da COOASGO (Cooperativa Agropecuária de São Gabriel do Oeste), possibilitou produzir informações e difundir conceitos inovadores de sustentabilidade para a reciclagem de água e nutrientes na suinocultura com a integração lavoura, pecuária e floresta (iLPF).
O modelo da unidade experimental é composto por uma granja de 2000 suínos, sistema de captação de água das chuvas, biodigestor, motobomba para fertirrigação e gerador movidos a biogás, tudo funcionando de forma integrada. Segundo o Pesquisador da Embrapa Pantanal responsável pelo projeto de pesquisa, Ivan Bergier, o resultado obtido é o de uma produção mais renovável, com ganhos ambientais e socioeconômicos.
 
Aproveitamento de água das chuvas
A água das chuvas é captada nos telhados dos galpões de criação de suínos e direcionada por meio de canos hidráulicos para uma ou mais lagoas de armazenamento. Essa água estocada pode substituir a água de poços artesianos na dessedentação animal, limpeza racional das granjas e também na irrigação da iLPF.
Por exemplo, um telhado de galpão para 1000 suínos tem uma área de captação de aproximadamente 1200 metros quadrados. Em uma única chuva de 50 mm (50 litros por metro quadrado), esse telhado é capaz de captar em torno de 60 mil litros de água. Se considerarmos, durante um ano, um baixo volume acumulado de chuvas de 1000 mm, por exemplo, com um único galpão pode se armazenar e usar 1 milhão e 200 mil litros de água de chuva do ano, ao invés de retirar das reservas dos aquíferos. O investimento no sistema de captação e armazenamento vale como uma poupança de água que pode ser usada em períodos mais secos.
 
Dejetos viram energia
Já os dejetos dos suínos, que antes eram despejados no meio ambiente, hoje são biodigeridos. O processo de fermentação dentro dos biodigestores produz gás metano que ao ser usado no motogerador e motobomba, substituem o diesel na geração de energia mecânica e elétrica.
O efluente líquido do biodigestor é disperso nas culturas através da fertirrigação que pode substituir em grande medida a adubação mineral de áreas de iLPF. Essa "intensificação sustentável" pode ampliar os serviços ambientais na propriedade, tais como a regulação hídrica (manutenção dos aquíferos e qualidade de água superficial) e de estoque de carbono nos solos que tende a aumentar ao longo do tempo.

Lucros para o produtor e para a natureza
No processo tudo é convertido para a produção, e o que antes poderia vir a ser um problema ambiental é convertido em lucro para o produtor e inclusão social. A prática vem aumentando ganhos de produtividade agropecuária com baixos custos energéticos e hídricos.
As pesquisas indicam que os resíduos biodigeridos dos suínos funcionam como fertilizantes nobres na iLPF, com ganhos de produtividade e redução de externalidades ambientais, além de despertar a responsabilidade ambiental e interesse por parte dos produtores e governantes de investir em soluções para a gestão adequada de resíduos, já que o município está localizado na borda oeste do Pantanal (nascentes dos rios Taquari e Aquidauana) e sobre o Aquífero Guarani.

Projeto de pesquisa Embrapa/CNPq
As pesquisas tiveram início em 2009, por meio de projeto "Estruturação de rede de monitoramento e base compartilhada de dados de sistemas de produção integrada e intensiva sustentável (suinocultura-agrosilvipastoril) em assentamento de reforma agrária visando balanços favoráveis de água, energia e nutrientes", submetido e aprovado pelo CNPq/REPENSA (Redes Nacionais de Pesquisa em Agrobiodiversidade e Sustentabilidade Agropecuária).

Raquel Brunelli (DRT/MS 113)
Embrapa Pantanal

Telefone: +55 (67) 3234-5882
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Saúde e nutrição com gostinho de Brasil

Pesquisa desenvolve barrinhas com tapioca e frutas amazônicas
Saúde e nutrição com gostinho de Brasil

Você gostaria de experimentar uma barrinha à base de farinha de tapioca e castanha-do-brasil? Quem sabe até com sabores de frutas típicas da amazônia? Essa é a proposta da Embrapa! O produto, com alto valor calórico, é fonte de fibras, proteína, livre de glúten e tem potencial de mercado. A iniciativa, que é muito interessante, está em busca de parceiros para produção industrial.
A pesquisa foi desenvolvida no Laboratório de Agroindústria da Embrapa Amazônia Oriental (PA) e chegou à elaboração de barra multicomponente, como é chamado tecnicamente o produto, à base de farinha de tapioca – produto derivado da mandioca-brava – e castanha-do-brasil. A barra foi elaborada em quatro sabores de frutas típicas da Amazônia: açaí, cupuaçu, taperebá (mais conhecido como cajá) e muruci.
“Optamos por desenvolver as barrinhas por serem populares como alimentos portáteis e saudáveis. Nossa intenção era agregar valor nutricional ao alimento, assim como valorizar produtos regionais”, explica a pesquisadora Ana Vânia Carvalho, da Embrapa Amazônia Oriental, especialista em tecnologia de alimentos.
A formulação da base da barra comestível foi definida após a realização de testes preliminares, variando-se a concentração dos ingredientes e a melhor estruturação entre eles. A farinha de tapioca, que é base da barra comestível, é amplamente consumida na região amazônica e comercializada em feiras livres e supermercados. A pesquisadora afirma que em razão do alto teor de amido e baixo teor de proteínas, lipídeos e minerais, a farinha é um alimento altamente calórico e possui uma importante vantagem: é naturalmente isenta de glúten.
Já a castanha-do-brasil, outro componente-base da barrinha, tem alto valor calórico, é rica em proteínas, vitaminas e minerais. “Entre os minerais presentes na castanha, a literatura destaca o selênio pelo seu poder antioxidante relacionado à prevenção de muitas doenças”, explica a pesquisadora Ana Vânia Carvalho.
Fonte: Embrapa